Ídolo
1918 Várias versões envolvem a fundação do Fortaleza Esporte Clube. Na mais provável, o Fortaleza teria sido fundado em 1912, com o nome de Stella Foot-Ball Club. Mas tal time teve vida curtíssima, e em 18/10/1918 seria fundando, a partir dele, o Fortaleza Sporting Club, tendo como presidente Alcides Santos, que junto com Humberto Ribeiro, Walter Oslen, João Gentil, Brum Menescal, Oscar Ribeiro, Mário Petter e outros, transformou o Stella em Fortaleza, para homenagear a capital cearense. Nascia então o futuro Parque dos Campeonatos, na rua Barão do Rio Branco, entre Pedro Pereira e Pedro I.
1920 Ano do primeiro campeonato cearense oficial de futebol, e do nosso primeiro título. Em 23 de março, é fundada a Associação Desportiva Cearense (ADC), da qual faziam parte Fortaleza, Ceará, Guarani e Bangu. A final do campeonato ocorre em 12 de dezembro, com a vitória do Fortaleza Sporting Club sobre o Guarani por 2x0, no Campo do Prado.
1921 Ano do segundo titulo. O campeonato se encerra em 25 de dezembro. É o primeiro bicampeonato do Fortaleza Sporting Club.
1923 No dia 22 de abril de 1923 é inaugurado o Campo do Alagadiço, nas proximidades da Igreja de São Gerardo, na avenida Bezerra de Menezes. No Campo do Alagadiço, em janeiro de 1924, o Fortaleza vence o campeonato de 1923. É o primeiro estádio que o Tricolor inaugura com um título.
1924 Em 15 de março de 1925, o Fortaleza vence o Ceará por 6x3, no Alagadiço, e sagra-se bi-campeão cearense de futebol pela segunda vez.
1926 Encerra-se em 15 de agosto de 1926 o campeonato cearense, no Alagadiço, com mais um campeonato pro Fortaleza.
1927 Em 25 de junho, é inaugurado, no Benfica (Prado), o Stadium Sport Cearense, conhecido como campo do Prado. O campo já existia no local desde de 1913, onde hoje se encontra o CEFET-Ce. Na tarde do mesmo dia, foi disputado um torneio entre Fortaleza, Maguari, Guarani, Ceará, Fluminense, Nacional, Brasil e América. Também, no mesmo ano, é reinaugurado o Campo do Alagadiço, em 28 de agosto. No início de 1928, o Fortaleza sagra-se, pela terceira vez, bi-campeão.
1928 Ano do primeiro tricampeonato. No dia 26 de agosto de 1928, o Fortaleza vence o Maguari por 2x0 no Campo do Alagadiço. O lateral esquerdo José Turíbio ainda vive para contar as histórias daqueles tempos distantes.
1933 Em 27 de agosto de 1933, no Campo do Prado, o Fortaleza vence o Ceará por 2x1 e é campeão. Ano do artilheiro Bila, o primeiro que se tem registro em nosso futebol. Ele fez 12 gols.
1934 Em 25 de novembro do mesmo ano, o Fortaleza vence o América, no Campo do Prado, sagrando-se bi-campeão. O artilheiro Bila também é bi. Bi-artilheiro, com 16 gols
1937 No dia 15 de agosto de 1937 o Fortaleza vence o Ceará por 7x6, no campo do Prado, conquistando o campeonato cearense.
1938 Em 22 de janeiro de 1939, o já conhecido Tricolor de Aço vence o Maguari por 7x4, e sagra-se bi-campeão cearense de futebol. Ano do artilheiro Mundico, com 28 gols.
1946 Ano de muitos acontecimentos para o Tricolor de Aço. Mudamos de nome. Por decreto presidencial, as palavras estrangeiras foram retiradas do nome do clube. De Fortaleza Sporting Club, passamos a ser Fortaleza Esporte Clube. Fomos campeões cearense, ao vencer, no dia 18 de agosto, o Luso por 8x1. Nosso time era formado por: Juju; Stênio e Zé Sergio; Jorge, Arrupiado e Vianinha; Carrim, Adalberto, França, Idalino e Piolho. O artilheiro foi França, com 11 gols. Também fomos, nesse ano, o primeiro campeão do Nordeste, em Natal, onde o atacante velocista Jombrega fraturou a perna. Vencemos o América de Natal na final.
1947 O cearense de 47 foi confuso. Fortaleza e Ferroviário terminaram o campeonato empatados na pontuação geral. Houve dois jogos extras. No primeiro, deu Fortaleza por 4x1. O segundo, dia 22 de fevereiro, no estádio Municipal (que depois seria conhecido como PV), estava empatado em 3x3, quando o Ferroviário abandonou a partida. Resultado: Fortaleza bi-campeão 1946-47. Tínhamos: Juju; Saraiva e Airton; Sapenha, Deim e Natal; Aluísio, Carlinhos, França, Piolho e Antonino. O artilheiro novamente foi França, com 12 gols.
1949 No dia 19 de março, o Fortaleza venceu o Ferroviário por 1x0 no Estádio Municipal. Como o Tricolor de Aço precisava vencer por uma diferença maior, houve uma prorrogação, que terminou empatada em 1x1. Por desistência do Ferroviário, o Fortaleza se sagrou campeão de 1949. O artilheiro foi Antonino, com 10 gols.
1953 Fortaleza e Ferroviário mais uma vez fazem a final cearense. Em 28 de março, eles empataram em 0x0. Na prorrogação, 2x1 para o Fortaleza, campeão de 1953. O artilheiro da competição foi o inigualável Moésio Gomes, com 18 gols.
1954 Em 25 de abril, o Fortaleza empata com o América, no Presidente Vargas (PV) e sagra-se bi-campeão. O artilheiro mais uma vez foi Moésio Gomes, com 11 gols, se tornando tri-artilheiro (1952/53/54).
1957 Carlos Rolim Filho comprou uma área de 30 mil metros quadrados, no Joquey Clube. No dia 21 de julho, é inaugurado o Estádio Alcides Santos, no Pici.
1959 Em 29 de novembro, Fortaleza e Ceará empatam em 0x0 no PV. O resultado garantia o titulo para o Tricolor de Aço. O artilheiro foi Bececê, com 21 gols.
1960 Como campeão cearense, o Fortaleza adquiriu o direito de disputar a Taça Brasil, o primeiro campeonato Nacional. E chegou longe. Nas semifinais da competição, venceu o Santa Cruz no PV por 2x1 e foi a final contra o poderoso Palmeiras de Julinho Botelho. Aqui, perdemos por 3x1. Lá, em 28 de dezembro, foi 8x2. Apesar do placar, o Tricolor de Aço chegou longe e mostrou a força do futebol alencarino. O artilheiro da competição foi o nosso Bececê, com 7 gols. Fomos bi-campeões cearenses, 1959-60. Vencemos o ferroviário por 3x0, no dia 26 de fevereiro, no PV.
1964 Em 14 de fevereiro, se encerra o campeonato cearense, com a vitória do Fortaleza sobre o Ceará, no PV, agora com capacidade aumentada, de 12 para 35 mil lugares.
1965 Em 23 de novembro, jogando pelo empate, o Fortaleza empata em 1x1 com o Ceará, sagrando-se bi-campeão 1964-65.
1967 No dia 17 de dezembro, o Fortaleza vence o Ferroviário por 3x2 no PV, sagrando-se campeão. Croinha foi o artilheiro, com 12 gols.
1968 Chegamos mais uma vez a final da Taça Brasil. Na primeira fase, eliminamos o Bahia, com 2x1 no PV, no playoff. Dessa vez, eliminamos o Náutico na semifinal. Em 24 de agosto de 69, vencemos por 2x1 em casa. Em 27 do mesmo mês, perdemos por 1x0 em Recife. No dia 29, em Recife, numa vitória histórica, vencemos o playoff por 1x0. Em 3 de setembro, enfrentamos o Botafogo no PV, e empatamos em 2x2, com nossos dois gols marcados por Lucinho. Em 4 de outubro, perdemos por 4x0 no Maracanã. Nosso time formou com: Mundinho; William, Zé Paulo, Renato, Luciano; Joãozinho, Luciano Frota; Garrinchinha, Lucinho, Erandir (Amorim), Mimi. Treinador: Gilvan Dias.
1969 Com um timaço, que passou 36 jogos invictos, o Fortaleza foi campeão cearense neste ano, vencendo os três turnos diretos. A final foi no dia 17 de agosto de 67, com Fortaleza vencendo o Ceará por 1x0 no PV. O artilheiro foi Erandir, com 15 gols.
1970 Fomos campeões do Nordeste pela segunda vez. No quadrangular final, vencemos a Tuna Luso por 2x1 e o Fast Clube-AM por 4x1, as duas partidas no PV. Empatamos fora contra essas equipes, 0x0 e 1x1, respectivamente. Contra o Sport, 0x0 em casa. No último jogo do quadrangular, em Recife, perdemos por 2x1, no dia 31 de janeiro de 1971.Como cada vitória valia apenas dois pontos, Fortaleza e Sport terminaram empatados em pontos. Com saldo de 4 gols positivos, contra 3 negativos do Sport, o Tricolor de Aço sagrou-se campeão do Norte-Nordeste de 1970. A base desse super time, Vice-campeão nacional, campeão cearense arrastão e campeão do Norte-Nordeste era: Mundinho; Willam, Zé Paulo, Renato e Carneiro; Frota e Joãozinho; Garrinchinha, Mozart, Erandir e Mimi.
1973 No dia 8 de agosto de 1973, o Fortaleza vence o Ceará, por 1x0, na prorrogação. Gol de Amilton Melo, que valeu placa no PV, como a última das grandes decisões do estádio. O artilheiro foi Marciano, com 17 gols. O Tricolor tinha: Lulinha; Louro, Pedro Basílio, Queiroz e Bauer; Chinezinho e Lucinho; Hamilton Rocha, Amilton Melo, Marciano (Beijoca) e Silvinho. No dia 11 de novembro de 1973, inaugura-se o novo estádio Plácido de Aderaldo Castelo, o Castelão, com o empate em 0x0 entre Fortaleza x Ceará.
1974 Em 26 de março de 1975, na primeira final realizada no Castelão, o Fortaleza derrotou o Ceará por 3x1, sagrando-se bi-campeão 1973-74. Foi o segundo estádio inaugurado com um título do Leão do Pici. Na época, o técnico Moésio revolucionou o esquema tático no Brasil, criando o quadrado de ouro, protegendo as subidas dos laterais. O Campeonato ficou marcado pelas 3 vitórias seguidas em apenas uma semana sobre o rival. 4x0, 1x0 e 3x1, sendo a última, a vitória do Bi. O artilheiro foi Beijoca, com 26 gols. O Tricolor de Aço formou com: Lulinha; Louro, Pedro Basílio, Osíris e Ronner; Chinezinho, Zé Carlos, Lucinho e Amilton Melo; Haroldo e Geraldino Saravá. Tecnico: Moésio Gomes. Esse também foi o ano de nossa primeira participação em campeonatos brasileiros. Nossa primeira partida no Nacional foi em 9 de março, em casa, vencendo o América Mineiro por 2x0, gols de Édson Carneiro e Francisco. O primeiro confronto contra o Ceará foi no mesmo ano, dia 23 de março. Terminou 1x1, com gol marcado por Beijoca. Terminamos na 16ª colocação, com 25 pontos. 9 vitórias, 7 empates e 8 derrotas.
1982 Grande ano para o Tricolor, na gestão de Silvio Carlos, o Papa, que acabou com o jejum de 7 anos sem títulos. Fato hilariante ocorreu em certa final de turno, quando certo locutor alvinegro fazia a contagem regressiva para a conquista de seu time, quando Adílton, grande ídolo do Ceará na década de 70, manda pras redes e dá o turno para o Leão, apelido dado pelo presidente, inspirado na raça e determinação que envolvem a mística daquelas camisas. A final foi contra o Ferroviário, no dia 12 de dezembro, foi vencida pelo Leão por 4x0. Adílton, fez três gols e Ronner fez outro. O Leão formou com: Salvino; Alexandre, Pedro Basílio, Chagas e Clésio (Roner na final); Nelson, Assis Paraiba e Zé Eduardo; Adilton, Miltão (Beijoca) e Edmar.
1983 Ano em que o Fortaleza montou um super time, dito por muitos como uma das maiores, senão a maior formação já montada por uma equipe cearense. Ano do inesquecível Luizinho das Arábias, artilheiro com 33 gols. A final aconteceu no dia 13 de novembro, contra o Ferroviário, vencida pelo Leão por 2x0. O Tricolor de Aço tinha: Salvino; Caetano, Pedro Basílio, Tadeu e Clésio; Serginho, Wescley e Assis Paraíba; Edson, Luizinho das Arábias e Marquinhos Carioca (antes Júlio César). Também vale nota a reinauguração do PV, depois de ampla reforma, ocorrida em 7 de setembro, na nossa vitória por 3x1 sobre o Calouros do Ar.
1985 Jogando pelo empate, o Fortaleza é campeão cearense ao empatar com o Ceará em 0x0, no dia 22 de dezembro.
1987 Novo empate em 0x0 contra o Ceará, e novo título, conquistado no dia 9 de agosto. O artilheiro foi Da Silva, com 19 gols.
1991 Um grande campeonato, onde ocorreu grandes jogos, principalmente grandes clássicos rei, como um 0x0, estréia de Mirandinha pelo Tricolor e Cláudio Adão pelo Ceará, que registrou o recorde de público em clássicos, 60 mil pagantes. Outro grande jogo, foi Fortaleza 4x2 Ceará, uma grande amostra da mística que percorre "aquelas camisas". O Leão perdia por 2x0 até meados do segundo tempo, vários Tricolores deixavam o Castelão, quando Mirandinha aos 30 e Capivara aos 36 empataram o jogo. Na prorrogação, Mirandinha faz logo no começo e Valdir garantiu a vitória. A primeira partida da final foi 2x1 para o Ceará, em 8 de dezembro de 1991. Em 11 de dezembro, 0x0. E em 15 de dezembro, 1x1 e o título é nosso.
1992 O ano de 1992 ainda é uma vergonha para o futebol cearense. Vencemos o campeonato no campo, mas a sem vergonhice de nossos dirigentes, garantiu mais 3 "campeões". O artilheiro baiano Osmar foi o grande trunfo Tricolor, com 17 gols. Uma semana antes da final, a vantagem era do Ceará. O Leão fez 2x0 e garantiu o direito do empate. A final, dia 6 de dezembro, foi um jogo emocionante, para um público de 31 mil pagantes. Osmar fez nosso gol aos 4 minutos do segundo tempo, com Sérgio Alves empatando para o Ceará. Bi-campeonato no campo e o resto é "conversa pra boi dormir". Posteriormente, uma decisão do STJD (relativo a condição de jogo do atleta Fernando) deu o título do 1º turno para o Tiradentes, contrariando o entendimento da FCF e do tribunal local. O campeonato deveria ser decidido entre o Tiradentes (1º turno), Ceará (2º turno), Fortaleza (3º turno), mais o clube com melhor campanha fora os vencedores de turno (Icasa). O Fortaleza não aceitou participar desta decisão e entrou na justiça comum. Diante o impasse, um acordo esdrúxulo entre a FCF e os 4 clubes, tornou todos os quatro clubes campeões. O Leão formou, no jogo final, com: Claudecir; Expedito, Sérgio Odilon, Argeu e Albéris; Da Silva, Eliézer e Josué (China); Osmar, Marcelo Henrique (Tangerina) e Nando. Técnico: César Moraes.
2000 Ano inesquecível para a torcida Tricolor, pois foi o fim de sete anos de sofrimento. O ano começou dando a impressão que o sofrimento ia continuar. Perdemos a semifinal do turno para o Juazeiro, para um PV lotado, como a tempos não se via. No segundo turno, com a chegada de Ferdinando Teixeira, tudo mudou. Ganhamos o turno para mais de 30 mil pessoas no PV, contra o Itapipoca. Esse campeonato também teve a primeira final de cearense realizada no interior do estado. Ocorreu em Sobral, no dia 16 de julho, em um jogo emocionante, onde Daniel Frasson fez o gol "papapenta", aos 36 mintos do segundo tempo, empatando o jogo em 1x1, nos dando o titulo. Na final, o Leão formou com: Maizena; Ronald (Jaime), Junior, Denilson (Carlinhos) e Ivan; Dude, Pires (Rogers), Frasson e Bechara; Vinicius e Eron. Nesse mesmo campeonato, consolidaram-se ídolos da torcida, como Clodoaldo, Maizena, Frasson, Bechara e o técnico Ferdinando Teixeira.
2001 Arrastão. Essa palavra resume o que o Fortaleza fez com seus adversários. Não deu chance pra ninguém, mesmo tendo perdido o professor Ferdinando Teixeira. Zaluar chegou, e depois de poucos contra tempos organizou o time. Na final, 3x1, ocorrido a 8 de julho, quando o Tricolor de Aço consolidou-se como o único e verdadeiro Parque dos Campeonatos. Foi também a décima sexta partida sem conhecer o que é derrota contra o Ceará. Formamos com: Maizena; Erandir, Mario César e Angelim; Chiquinho, Pires, Frasson, Claudinho (Dude) e Reginaldo (Carlinhos); Vinicius (Bechara) e Clodoaldo. O artilheiro foi Clodoaldo, com 16 gols. Fomos bi-campeões Arrastão, e ficamos mais de dois anos sem perder para o Ceará.
2003 O Fortaleza venceu o Ferroviário por 2 a 1, na final do 2º turno, e sagrou-se Campeão-arrastão do Estadual 2003. O gol do título saiu dos pés de Fabrício, aos 21 minutos do 2º tempo. O Tricolor terminou o campeonato com uma campanha excepcional. Foram 16 vitórias e somente uma derrota em 22 partidas, com 53 gols pró (média de 2,4 por partida) e 16 contra. Aos 43 minutos do 1º tempo, o árbitro Manuel Moita marcou pênalti do zagueiro Édio sobre Clodoaldo. Na cobrança, o Baixinho do Pici deslocou o goleiro Zezinho e abriu o placar. Na comemoração, Clodoaldo aderiu aos protestos anti-guerra e mostrou uma camisa com a frase "Paz no Mundo". Aos 13 minutos do 2º tempo o Ferroviário conseguiu o empate. Em grande jogada, Gil Bala chutou de bicicleta no ângulo do goleiro Jéferson. Aos 17 minutos o técnico Luís Carlos Cruz retirou a atacante Calmón, que não vinha repetindo as últimas atuações, e colocou Fabrício. E logo Fabrício viria a marcar o gol do título. Quatro minutos depois de entrar, o jogador aproveitou jogada de Wendell pela esquerda e marcou o gol que deu o título Cearense ao Fortaleza. Clodoaldo terminou como artilheiro do campeonato. O Baixinho marcou 19 gols, cinco a mais que o vice, Paloma, do Limoeiro.
2004 Fortaleza venceu o Ceará no primeiro turno pelos placaras de 0x0 e 4x2. No segundo turno, o rival vence. A disputa vai para o STJD que marca uma nova disputa. O Ceará não vai a campo e o Fortaleza é confirmado como campeão de 2004. Na Série B, o Fortaleza demonstra força, raça, garra e sem demonstrar cansaço, consegue acesso a Série A. Na partida decisiva, o Fortaleza precisava vencer o Avaí no Castelão por 2 gols de diferença e torcer para que o Bahia (que jogava em casa), não vencesse o Brasiliense. O Bahia perdeu de 3x2 e o Fortaleza conseguiu o placar que lhe interessava com gols de Marcelo Lopes e Ronaldo Angelim. Este último se tornou um dos maiores ídolos da torcida Tricolor.
2005 Com a vaga na primeira divisão garantida, o Fortaleza sofreu no Campeonato Cearense, mas conseguiu o título na partida decisiva graças a vitória por 1x0 tanto no tempo normal quanto na prorrogação. Os gols foram de Clodoaldo. Com a conquista de 2004 garantida, o Tricolor se sagrava Tricampeão estadual. No Brasileirão, o Tricolor fez uma de suas maiores campanhas na competição sob liderança de jogadores como Bosco, Amaral, Angelim, Erandir, Lúcio e Rinaldo.
2007 Sob presidência de Marcello Desidério, o Fortaleza conquistou o campeonato ao vencer o Icasa por 1x0, gol de Rinaldo. O público da final é recorde entre um time da capital e outro do interior: 55 mil pagantes.
2008 Liderado por Paulo Isidoro, o Tricolor conquistou o Bicampeonato ao vencer novamente o Icasa no estádio Castelão. A partida terminou em 4x2, com gols de Taílson, Paulo Isidoro, Osvaldo e Rômulo. Mais de 40 mil pagantes compareceram a partida.
2009 Apostando na categoria de base contra o favoritismo do Ceará, o Fortaleza superou as desconfianças e conquistou mais um Tricampeonato na sua vasta história de glórias e tradição. No primeiro jogo, vitória por 2 a 1, com gols de Wanderley e Guto. No segundo e decisivo jogo, empate em 1 a 1, com gol de Marcelo Nicácio e brilhante atuação do goleiro Douglas, que segurou o resultado nos minutos finais.
2010 Novamente enfrentando o favoritismo do rival, o Fortaleza superou os altos e baixos e conquistou o inédito Tetracampeonato. No primeiro jogo, vitória merecida por 1 a 0, com gol de Paulo Isidoro, de cobertura. No segundo jogo, vitória injusta do rival por 2 a 1. Nas cobranças de penaltis, consagração do goleiro Fabiano. O arqueiro Tricolor pegou dois penaltis e o Fortaleza venceu por 3 a 1, conquistado o seu quarto campeonato seguido.
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